segunda-feira, 14 de maio de 2018

Novos Tempos - 09/05/2018 - Desigualdade no mercado de trabalho

Minha modesta participação... CONFIRA! Programa Novos Tempos - 09/05/2018 Em pauta: desigualdades no mercado de trabalho PUC TV Minas/TV Horizonte


sexta-feira, 11 de maio de 2018

Espaço, tempo, mundo virtual | Marilena Chauí

Ciclo de Conferências TEORIA CRÍTICA DA TECNOLOGIA - parte 01

O Ciclo de Conferências TEORIA CRÍTICA DA TECNOLOGIA (abril-maio/2010) na UnB teve como primeiro conferencista estrangeiro Andrew Feenberg, filósofo da tecnologia contemporâneo (ex-aluno de Herbert Marcuse) e autor de uma obra que há 25 anos vem tecendo diálogo vivo com a herança marcuseana na Escola de Frankfurt. O Ciclo contou com 11 professores brasileiros da UnB e de Centros de Pós-Graduação no Brasil e Argentina. Primeira conferência - 12/04/2010 Bases teóricas para a democratização e a filosofia da tecnologia Andrew Feenberg (feenberg@sfu.ca) Cátedra Filosofia da Tecnologia do Canadá (Universidade Simon Fraser - Vancouver - Canadá) Esta é a primeira das seis conferências que pronunciou na UnB. Feenberg abordou os seguintes temas: Introdução: Articulando tecnologia e democracia como uma tarefa teórica I. Democracia (uma perspectiva cética) II. Abordagens teóricas marcantes III. Instrumentalismo IV. Determinismo: modernização na teoria e no Marxismo V. Substantivismo: aderência de valores e autonomia VI. Teorias Críticas: aderência de valores e controle humano VII. Conclusão Tecnologia e democracia

Ciclo de Conferências TEORIA CRÍTICA DA TECNOLOGIA - parte 01

quinta-feira, 10 de maio de 2018

quarta-feira, 11 de abril de 2018

segunda-feira, 2 de abril de 2018

quarta-feira, 28 de março de 2018

Jacqueline Muniz no Voz Ativa

Importante!!! Boa reflexão!


Minha participação no Programa Opinião Minas, juntamente com D. Vicente ( Bispo Auxiliar a Arquidiocese de Belo Horizonte). Em pauta: Violência   21-02-18

Marcia Tiburi no Voz Ativa

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Violência - Opinião Minas


Minha participação no Programa Opinião Minas, juntamente com D. Vicente ( Bispo Auxiliar a Arquidiocese de Belo Horizonte). Em pauta: Violência   21-02-18

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Entrevista concedida ao Jornal Tribuna de Minas, Juiz de Fora, publicada em 01/02/2018

Principais vítimas são comunidades


Pesquisador acredita que é preciso atacar as causas deste problema nos âmbitos regional, nacional e internacional (Foto: Arquivo pessoal)

De acordo com o sociólogo e cientista político, Moisés Augusto Gonçalves, o prejuízo causado pela insegurança à prestação de serviço em determinadas comunidades é uma situação grave, que não é uma particularidade de Juiz de Fora e pode ser percebida em diversos municípios do território nacional. Dentro desse contexto, ele considera que, primeiro, é preciso pensar que as principais vítimas dessa criminalidade urbana são as comunidades pobres e periféricas. Depois, ter a consciência de que há uma carência de política pública de segurança.
“Com isso quero dizer que políticas públicas de segurança efetivas têm que, de imediato, garantir os direitos dessas comunidades, mas, ao mesmo tempo, buscar atingir as causas mais profundas da criminalidade. O mundo do crime organizado não é mais localizado. As redes internacionais proporcionam que armas pesadas cheguem a determinados grupos na periferia. Então, é preciso pensar o problema local, a necessidade de resposta rápida e efetiva do Estado, mas, se quisermos ser sérios, temos que pensar que há múltiplas causas, profundas e escondidas dessa criminalidade. São dois movimentos que precisam ser realizados, e não dá para fazer um isolado do outro”, considera o sociólogo.

“O mundo do crime organizado não é mais localizado”

Moisés Augusto Gonçalves, sociólogo e cientista político

Ele ressalta que a presença do Estado não pode ser apenas repressiva. “É preciso que ele se faça presente com equipamentos comunitários, com postos de saúde com especialidades, com áreas de lazer e de esporte, com alternativas de formação profissional, com escolas, ou seja, uma política mais geral.” Moisés enfatiza que as pessoas são perigosas não apenas porque estão nessas áreas periféricas, mas porque estão armadas. “Então é preciso impedir que as armas cheguem lá, e isso vai além da questão da repressão, pois supõe inteligência, considerando que o problema está fora dessas comunidades. É preciso atacar as causas que estão nos âmbitos regional, nacional e internacional. Senão a mesma história será repetida.”
O sociólogo faz uma ressalva, lembrando que a responsabilidade não é só Estado. “Há grandes setores privados que lucram com o crime, com o tráfico de armas, de drogas e a venda de munições. O mercado do crime é privado e não é distinto do Estado, porque ele só é possível porque tem sua infiltração dentro do Estado. Essa outra faceta caminha junto com o Estado, e esse problema atinge a população brasileira. Assim, não bastam medidas pontuais, é preciso impedir o acontecimento desse processo.”

domingo, 28 de janeiro de 2018

sábado, 23 de dezembro de 2017

Caso queira adquirir um exemplar, envie um e-mail para    profmoisesaugusto@gmail.com


Histeria Colectiva